Em mais uma fuga da Bandida, ela não cansa de mostrar quem manda e me coloca no meu devido lugar de manso.
Relato do vídeo
Como sempre, eu trabalhando e a Bia se preparando para mais uma aventura. Meu celular recebe uma mensagem e ao abrir, é ela, minha Rainha enviando mais um vídeo. O primeiro de alguns que eu receberia no dia seguinte. Ela se preparava para mais uma noite com um macho negro e muito bem dotado. Do jeitinho que a Bandida gosta. 😈🔥 Bia descoloria os pelos com a delicadeza de quem polia uma joia rara, cada movimento lento e calculado. Enquanto isso , com sua voz macia e palavras afiadas, dizia-me que amanhã teria um encontro com mais um BBC. 🍆 Novamente, eu não seria o protagonista dessa aventura. Ela falava do macho dotado como quem descreve um banquete, deixando claro que meu lugar era apenas assistir os vídeos e me satisfazer sozinho, como todo corno faz. O olhar dela não me encarava — me atravessava, como se eu fosse transparente. O riso baixo e confiante transformava aquele simples ato de cuidado em um ritual sensual de preparação para sua presa. Ou seria ela a presa, e ele o predador? Bom, cabe a mim, corno, esperar os registros para saber o que estava por vir.
Num apartamento desconhecido, a Bia estava totalmente à vontade. Ao chegar, fez questão de me mostrar a bucetinha e o cuzinho ainda fechadinhos. Ela queria que eu visse o antes e depois de fuder com um negro dotado, e deixá-la totalmente arrombadinha (do jeitinho que ela gosta, e eu jamais consegui). Linda, pelos loirinhos, toda depilada. Estava pronta para fuder como uma meretriz. Eu, do outro lado da tela, sequer podia tocá-la. Só assistia atônito os preparativos para mais uma noite de puro prazer. 🔥🔥🔥 Nessa hora, nós, cornos, sentimos o peso da exclusão por não ser bem dotado. Nosso papel é dar carinho, apenas. E devemos aceitar isso, e agradar nossas rainhas. 👑❤️
A preparação final seria a lingerie, comprada por mim. Linda, digna de vestir uma rainha. 👑 A minha rainha, Bia! 💜 O roxo da lingerie parecia absorver a luz, tornando cada curva mais nítida e, ao mesmo tempo, inalcançável. As luvas subiam como uma segunda pele, e a tornozeleira com seu pingente de Hotwife cintilava. Vira-se pra câmera é cuidadosa coloca o plug 💎 no cuzinho 👌🏻, se preparando para receber a rola grande que estava por chegar. 🍆 Ela sabia o que estava fazendo: cada peça, cada acessório, era uma declaração silenciosa de pertencimento a um mundo que eu podia ver, mas nunca tocar. Ao mostrar os detalhes, seus dedos percorriam a renda e o metal com uma intimidade quase cruel, como se me lembrasse que aquele território tinha dono. Não precisava levantar a voz; a provocação estava no silêncio entre uma frase e outra, no olhar que dizia “isso é para ele, corno, e você sabe disso”. 😈🤘🏼 Eu era apenas o eco distante da cena.
O cenário era de puro erotismo, mas eu estava do lado de fora, olhando por uma tela de celular. As vozes que eu ouvia carregavam uma combinação de prazer e deboche, um diálogo no qual eu era personagem apenas pelo contraste. O macho dando prazer extremo a fêmea (minha esposa) e só, corno, assistindo a tudo. ♠️🤘🏼🤳 Havia um ritmo na cena que me deixava consciente do meu lugar — corno! Num ritmo do qual eu não participava, mas que parecia me envolvia à distância, pelo tesão, pelo prazer dela e dele. 🔥🔥🔥 Prazer este que eu jamais dei. Ele estava onde eu nunca estive, e nunca estarei. O fundo do útero dela.
Ele sentia o que nunca senti, e fazia ela sentir o que nunca eu fiz. O prazer do orgasmo profundo. 💦 As palavras ditas por eles eram de pura humilhação, atravessavam a barreira da tela e me mantinham preso entre o desejo e a resignação. O que eu via era um espetáculo cuidadosamente montado, e eu sabia que ele não tinha sido feito para mim, mas para eles, como um lembrete teatral de minhas limitações por ser apenas um beta, ou corno mal dotado. Cabia a mim apenas aguardar o retorno dela, para dar carinho e os devidos cuidados após aquele encontro recheado de sexo. 👑
No vídeo final, a Bia deixou o macho esfregar aquela rola negra enorme na sua bucetinha rosada. O contraste era enorme. Tão quando de mim, para eles, que tinha um ao outro ali, na cama, no quarto, ou na sala. E eu, tinha a mim e a minha mão, para curtir o prazer sozinho, assistindo a um vídeo delicioso onde a Bia sentava com força no macho. Em poucos minutos eu gozei. ✊🏼🐥💦 Impossível durar muito tempo, diante de tamanha excitação. 🔥🔥🔥 A cena ao vivo era deliciosa. Tão quanto ao vídeo que eu assistia. Tudo isso, regado às palavras ditas pela Bia, que expressavam o quão prazeroso foi fuder com aquele BBC. 🍆😈 Mas, havia algo ritualístico na maneira como ela conduzia a cena, como se fosse a conclusão de um enredo planejado desde o início. E ali, preso ao papel de espectador, eu entendia que aquela narrativa não precisava de mim para acontecer, mas precisava de mim para ser testemunhada, para que a humilhação cumprisse seu papel completo. Era um espetáculo fechado, e minha presença invisível fazia parte do roteiro, mesmo que do lado de fora. ♠️🤘🏼😈🔥
Já deixa aqui seu comentário! O que vc faria se estivesse no meu lugar? ♠️🤘
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