PRÉVIA - DO ELEVADOR PRO MOTEL - A PROMESSA CUMPRIDA

Bandida foi reconhecida por um BBC num elevador de um prédio comercial e acabou arrastando o seguidor pro motel.

Relato do vídeo

Ela esbarrou com ele dias atrás, num elevador de um prédio comercial. Ela toda arrumada, voltando de uma consulta médica, ele com um uniforme de manutenção e aquele olhar de quem enxerga além da roupa. Ela o sentiu olhando, não daquele jeito vulgar, mas como se soubesse exatamente o que ela escondia debaixo da saia.

O elevador travou por segundos, o suficiente pra tensão crescer. Ele sorriu e disparou: “você usa perfume onde ninguém cheira... ou é natural mesmo?”

Ela riu, meio sem graça. Mas confessou que sentiu o arrepio.

No fim, ele só disse: “se um dia quiser que alguém te faça gozar de verdade… me chama.” E deu a ela o número anotado num papel amassado.

Ela guardou e nada respondeu e desconfia que ele reconheceu a Bandida. 

Dois dias depois, enviou a ele um endereço e um horário, e completou: “Hoje, 20h. Venha pronto.”

Ela chegou no motel mais cedo. Lingerie vermelha. Salto. Rímel bem passado. E a cabeça girando de expectativa. Eu estava louco por escutar toda essa história.

Quando ele entrou no quarto, não disse oi. Trancou a porta, a olhou de cima a baixo e murmurou: “você demorou pra me chamar.”


Ele deitando-se na cama, nu, com aquele ar de predador em descanso. Ela se aproximou de joelhos, sem dizer uma palavra — só abriu a boca e começou a chupá-lo com uma fome silenciosa. A cabeça dela subia e descia devagar, quase em adoração. Ele segurava o cabelo dela firme, guiando cada movimento como quem rege uma orquestra de luxúria.

Mas logo a situação virou: ele puxou a Bia pela cintura e a fez sentar no rosto dele. Lingerie vermelha rasgada, cu empinado, buceta latejando.

E ele… chupou. Com vontade. Com técnica. Com raiva.

A língua dele parecia saber exatamente onde tocar. Ela gemeu. Rebolou. Implorou. E então gozou, tremendo toda, derramando prazer na boca daquele BBC como se ele fosse o único homem do mundo.

E talvez fosse mesmo.


Ela deitada, pernas abertas, olhar fixo no homem que já tinha transformado sua mente em caos. Ele por cima, encaixado com perfeição, metendo no ritmo exato — fundo, constante, delicioso. A posição é papai e mamãe, mas cada estocada tem peso de domínio. Ele segura os tornozelos dela e coloca os pés sobre os ombros, empurrando ainda mais fundo, até ela se contorcer.

A lingerie vermelha agora só cobre parte da cintura, o resto já foi. A cama range. A respiração dela falha. E então, o primeiro gozo vem — forte, molhado, sincero. Mas ele não para. Continua cavando prazer como quem quer deixar marca. E consegue.

Ela goza de novo. Os olhos dela se reviram, os dedos arranham as costas dele, a voz falha. Três orgasmos em sequência. Um corpo em transe.  

Ali, Bia não era minha esposa. Era uma mulher sendo levada ao limite... e implorando pra não parar.


Ela de lado, pernas abertas, oferecendo ao BBC e a mim — o corno da equação — uma visão sem censura. Ele mete nela com força, mas mantém o ângulo que permite que eu veja tudo: a rola dele entrando e saindo da minha mulher como se fosse dele desde sempre. A expressão dela é de puro prazer: olhos fechados, boca aberta, gemidos soltos. Ela não finge. Ela sente. E eu assisto. Sinto o coração apertar e o pau pulsar. Cada estocada é uma punhalada no meu ego e uma punheta pro meu desejo. Ele olha pra câmera e sorri com desprezo. Ela percebe e arreganha ainda mais as pernas. Grita. Goza. E eu, impotente, entendo que esse ângulo não é só sobre visão... é sobre humilhação. E é só o começo. CONTINUA...




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