Bandida continua na missão de gozar a maior quantidade de vezes que já havia gozado numa só transa.
Relato do vídeo
Eles continuam de lado, mas agora ela está montada sobre ele, barriga pra cima, completamente exposta. As pernas bem abertas, o quadril arqueado e a buceta totalmente escancarada pra câmera, pra mim. Ela rebola devagar, sentindo cada centímetro dele dentro dela, e geme com um prazer que eu nunca consegui provocar. Ele a segura firme pela cintura e vai fundo, com força e ritmo, como se quisesse me mostrar o que é ser homem de verdade. E consegue. O gozo dela vem forte, com espasmos e gritos. Ela olha pra lente como se soubesse que estou ali, do outro lado. Goza de novo. E quando ele segura seus pulsos e a estoca mais fundo, ela sorri. Não pra ele. Mas pra mim. Como se dissesse: "Você tá vendo? Essa buceta é dele. E você... só assiste."
Agora, ela de costas pra ele, montada com firmeza e tesão. O quadril dela sobe e desce no ritmo certo, fazendo aquele barulho molhado de carne com carne que arrepia qualquer um. Ele segura na cintura dela com força, mas deixa que ela comande. E ela entrega tudo. A bunda rebola, salta, se exibe. A câmera posicionada perfeitamente pra que eu veja cada movimento, cada encaixe. Ela olha direto pra lente, provocando, mordendo os lábios. Os olhos dela dizem tudo: ela sabe que estou assistindo, e sabe que estou gemendo mais que ela. O gemido dele cresce, os tapas ecoam na carne dela, e o som de prazer é tão real quanto a dor do meu chifre. Ela cavalga como uma deusa, suada, determinada a gozar e fazer gozar. E eu... com a mão no pau, sabendo que nunca terei essa visão ao vivo. Só por vídeo. Como um bom corno.
Ela continua cavalgando ele, agora de frente. Os seios balançam, os gemidos aumentam, e o suor escorre pelos corpos quentes. Ela rebola devagar, controlando o ritmo com maestria, enquanto os olhos se fecham em puro prazer. De costas pra câmera, o que se vê é a entrega: a forma como ela se acomoda naquela rola grossa e vai até o fundo. Ele beija o pescoço dela, aperta a cintura, e a puxa mais pra si, gemendo junto com ela. É íntimo, selvagem e absolutamente excitante. Do meu ponto de vista, vejo a entrega dela como nunca — o jeito como se movimenta, como se entrega sem hesitação. Cada sentada dela é uma facada deliciosa na minha alma de corno. E o mais cruel? Ela faz questão de deixar claro que está gostando. Muito.
Ela de quatro na beirada da cama, ele por trás, batendo na cara dela como ela gosta. E eu escuto ele dizendo: “Olha aqui, corno! Agora ela é minha!”. Ela sorri com safadeza. Geme alto quando ele a penetra com força, e volta a gemer quando é chamada de puta. E é mesmo. A bunda balança, o cu pisca, e a buceta derrama tesão. Depois, ainda de quatro, ele mete sem dó, estapeando e xingando, mostrando que quem manda ali é ele. E eu? Eu só assisto, humilhado, punhetando como um cão. CONTINUA..
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