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DA PISCINA PRO QUARTO COM 3 DOTADOS... CORNO SÓ OBSERVANDO

Postado há 2 horas

Bia encontra 3 dotados na piscina do hotel e arrasta os três pra nossa suíte.

Relato do vídeo

Há tempos falamos de ir a festas liberais. Eu gosto muito do ambiente onde há pessoas com senso comum, livres de preconceito e julgamentos, e uma festa num local (no caso, um hotel) por três dias, seria um final de semana perfeito. Mas a Bia sempre resistia, pois festas são voltadas para troca de casais, que não curtimos. Mas, eis que um dia, ela aceita ir a uma festa. Eu fiquei maluco, pois não via a hora de estamos em meio as pessoas, podendo compartilhar experiências e fazer novos amigos. Preparamos tudo e partimos. Chegamos no hotel, tudo muito bem organizado. Pessoas lindas andando seminuas, outras completamente nuas. O clima estava perfeito. Fomos para o quarto, tomamos banho e fomos ao restaurante pra jantar. Ao chegar lá, notei que não haviam só casais. Haviam homens solteiros (o que até então, seria novidade pra mim). Sentamos a mesa com alguns casais de amigos cujas esposas são todas Hots, assim como a minha Bia. Em dado momento, levantei-me a fui buscar frutas, quando passei por uma mesa com cerca de 06 negros. Eles olhavam ao redor, com olhar de caça em busca de presa. Todos sem camisa, pois queriam nitidamente mostrar os corpos sarados. Novamente estranhei, pois pra mim, a festa seria exclusiva para casais. Retornei a mesa e comentei sobre o que vi, e meus amigos disseram que eles eram solteiros convidados dos organizadores, para se divertirem com a Hots que ali estavam. Imediatamente, olhei para a Bia, e sua risada de canto de boca escancarou o motivo que a fez aceitar ir àquela festa. Nessa hora sinto que a máxima é verdadeira: o corno é sempre o último a saber!

Enfim, restava-me saber os planos da minha esposinha e o que aconteceria nas horas seguintes. Nada falamos sobre. Ficamos ali com os amigos por algumas horas, e quando já avançávamos pela madrugada, resolvemos ir deitar. Sábado amanhece lindo, com o sol brilhando e nenhuma nuvem no céu. Fomos tomar café da manhã no restaurante que tem a vista para a piscina. E lá estavam eles. Todos de sunga, que revelava não só os corpos sarados, mas também o dote. Alguns casais já conversavam com eles, outros apenas observavam. Após o café, a Bia diz que quer ir a piscina, e fomos pro quarto nos trocar. Ela veste um micro biquíni lindo (presente de um alfa, que a pedia para usar sempre que íamos a praia juntos – detalhe: eu sentia ciúmes quando ela vestia esse biquíni, porque só usa quando os machos pedem). Chegamos na área da piscina e ao invés dela sentar-se nas primeiras cadeiras ao passar pelo portão, ela resolve dar a volta por toda piscina. Estava clara a sua intenção. Obviamente, eles olharam para ela, e notaram que eu seria o corno da história. Não demora muito e um deles vem até nós. Antes de se apresentar a mim, aborda a Bia e pede para ajudá-la com o bronzeador. Ela permite, sem sequer olhar pro lado e saber se havia a minha aprovação. O macho lambuza suas mãos, e começa justamente pela bunda. Sem a menor cerimônia, ele passa bronzeador em todo seu corpo. Feito isso, pede a ela que o ajude também. Ela fez o mesmo. Passou bronzeador em cada centímetro do corpo dele. Ao término, finalizaram com um belo e quente beijo na boca. Só então, ele se apresentou pra ela, e depois pra mim (lembram quando digo que o corno é sempre o último … então). Conversamos por um bom tempo, e mais dois amigos dele chegaram. Estes, se apresentaram imediatamente e também não perderam tempo. Ali mesmo, na piscina, começaram a passar as mãos no corpo da Bia. Por motivos óbvios, os seios, a bunda e a bucetinha eram as partes mais visitadas pelas mãos deles. Um deles faz um convite, que me deixou desconfortável, pois sei que ela aceita (quando um macho convida, e nunca aceita o meu convite), ele a chama para entrar na piscina. E lá foram os quatro. Obviamente o convite não se estendeu a mim. A rainha era ela, a Bia. O corno neste momento deve-se reservar a sua insignificância e apenas desfrutar do momento de diversão da sua Hot com os machos. Ela sabe disso, e assim me trata. Sem dó algum. E eles notando que ela curte essa humilhação, agiram de acordo. Desde o primeiro contato, pouquíssimas palavras foram dirigidas a mim. Já na piscina, ela pulava de colo em colo. Todos a acariciando... Ela sequer olhava pra mim. Neste momento, eu não existia no mundo deles. Ao lado, alguns casais já estavam trocando caricias, outros ainda conversando, mas a essa altura a Bia acabara de abrir o show. Um dos machos retira a parte de cima do biquíni, deixando a mostra os belos seios dela. Todos que ali estavam, passaram a olhar o que estava acontecendo. Uma mulher de seios de fora, rodeada por três negros “sedentos” por sexo. Todos chupavam e lambiam os seios dela, enquanto ela colocava pra fora, rola por rola, um a um. O clima estava esquentando. Eu, já de rola dura, só podia assistir. Não tenho permissão para interagir com ela, tão pouco me aproximar ou comentar, sem que ela autorize e/ou ordene. Não demorou muito para a deixarem completamente nua. Neste momento, com várias pessoas olhando, eu sentia um misto estranho de ciúmes, prazer e humilhação. Eles sabiam que ela era a minha esposinha, e que eu não passava de um corninho manso. Os quatro se divertiam, conversavam, se beijavam, se acarciavam e riam muito. Eles diziam a ela que iriam fuder juntos, os três, e que eu deveria estar no quarto olhando tudo que eles fariam com ela. Diziam que ela era uma verdadeira “puta de preto” e que eu não passava de um corno manso. Perguntavam pra ela, se aguentaria fazer uma dupla penetração, e ela disse que sim. Pela aguá eu notava que todos eram bem dotados, e achava uma loucura dela aceitar a proposta, mas como sei que não posso falar nada, pois corro o risco de ser castigado e perder o direito de assistir, me calei. Isso tudo aconteceu por mais de uma hora, e então dirigiram a palavra pra mim, pela primeira vez. Um deles, o mais ousado (primeiro a abordá-la), olhou pra mim e disse: Corno, pega água, nós estamos com sede. Fiquei paralisado de vergonha por alguns segundos, porque várias pessoas ao lado escutaram. Em achei que a Bia diria não ser necessário, ir buscar a água. Mas, ledo engano. Ela olhou pra mim e disse em voz alta e bom tom: está esperando o que, corno? Vá buscar água … estamos com sede e você está aqui para ver, e nos servir. Nada mais que isso! Levantei-me, fui até o bar, peguei quatro garrafas de água e levei até a borda da piscina. Beberam a água e resolveram sentar-se nas cadeiras para conversar melhor. Haviam apenas três cadeiras ao redor, então, a Bia mandou que eu ficasse nos bancos do bar, do outro lado da piscina e cedesse a um dos machos a cadeira que eu estava usando. Os machos se sentaram rindo… do outro lado da piscina, eu não escutava a conversa, mas via que novamente ela pulava de colo em colo, cadeira em cadeira. Um a um, com a rola apontada para o céu, a colocaram pra chupar. E ela obviamente chupou. Às vezes olhava pra mim com cara de sapeca. Um sorriso lindo de mulher feliz e que sabia que estava prestes a ser literalmente arrombada por três negros dotados e muito safados. Conforme a temperatura subia, notava-se que não demoraria para irmos para o quarto. Dito e feito… um deles se levanta, a pega pela mão e diz para os outros dois: hora de fuder essa esposinha safada. Vamos para o quarto. Andaram em minha direção e sem nenhuma discrição disseram em voz alta: “vem ver tua esposinha fuder com três machos de verdade, corno! Vamos deixá-la arrombada como você nunca fez, nem viu fazer”. Várias pessoas ao redor escutaram, e novamente um misto de tesão e vergonha pela humilhação tomou conta de mim. Levei alguns segundos para processar aquela informação, pois o meu final de semana deveria, pelo que eu imaginei, totalmente diferente. Chegaram ao portão de saída da área da piscina, e eu ainda estava sentado atônito ao que estava acontecendo. Eis que a Bia para, olha pra trás e diz em voz alta: “vem logo, corno… vá na nossa frente e abra a porta do quarto, ou ficará de fora, só escutando!” Imediatamente levantei, corri e fiz exatamente o que ela ordenou.

No caminho, um deles desviou e retornou com uma calcinha vermelha. Chegamos no quarto e ele pediu a ela que vestisse a calcinha. Ela atendeu prontamente. Olhou pra mim e disse: você, corno, continuará só assistindo. Dê-se por feliz e satisfeito. Aproveita que hoje estou boazinha.

Em pé, no canto, em meu silêncio repleto de tesão, fiquei observando cada detalhe do que acontecia diante dos meus olhos.

Eles a colocaram de joelhos frente aos três, e ordenaram que ela chupasse.

Ela, que adora chupar, não se fez de rogada. Ajoelhada diante deles, deixou que todos enfiassem a rola inteira, centímetro a centímetro na sua boquinha. Entre as chupadas e engasgadas, olhava pra mim com carinha de menina sapeca. Não tem como não lembrar que essa boquinha que tanto beijei, receberia tanta rola e seria literalmente usada para o prazer de muito macho.

Depois de muito fuder a boquinha dela, a colocaram se quatro na beirada da cama, e um deles começou a fuder. A ideia era, certamente, fazer o famoso “revezamento de rola”. Mas não demorou muito para ela pedir a eles que mudassem de posição. Ela adora o famoso “papai e mamãe” e adora gozar nessa posição. E então disse em voz alta que queria gozar com os três. Um de cada vez. E assim fizeram. Um a um, fuderam muito a bucetinha dela. E obviamente ela gozou com todos. A essa altura, minha rola já babava de tesão.

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