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FIZEMOS UM CRUZEIRO A TRÊS - EU, O CORNO E O AMANTE

Postado há 49 minutos

Como o corno é sempre o último a saber, Bandida fez uma surpresa e o presenteou com um cruzeiro e muito chifre em alto-mar.

Relato do vídeo

Corno, coloca a gaiola!

Assim começa uma aventura, que ficará marcada pra sempre.

Uma noite qualquer, como tantas outras, a Bia estava no note olhando pacotes de viagens e destinos, pois viria um feriadão pela frente, que emendaria com nossas férias. Eu, sem reclamar, imediatamente atendi a voz de comando da minha Rainha. Sequer perguntei o motivo. Eu não tenho autorização para isso. Ela se explica quando quer, e se quiser. Aqui em casa o corno é literalmente o último a saber, e algumas vezes nem fica sabendo.

Uma semana de castidade, a Bia manda que eu faça as malas, pois ficaríamos 07 dias viajando. Roupas leves, bermudas, camisetas, sungas. Nada além disso. Malas prontas, chegou o dia. Manhã linda de sábado, saímos de casa rumo ao litoral. No caminho, ela coloca um endereço no Waze, e diz que vamos passar neste local, antes de descer a serra. Ao chegar lá, ela faz uma ligação e do prédio sai o amante dela. Sem entender, mas sem perguntar, esperei ele entrar no carro. Então, ele entra, me cumprimenta e pergunta pra ela se eu já estava sabendo do “rolê”. Ela diz que não, e seria surpresa pra mim. Seguimos rumo ao litoral. No caminho, embora o assunto fosse putaria, ela permanece ao meu lado ao invés de pular para o banco de trás. Chegamos e paramos na área portuária. Deixamos o carro num estacionamento e pegamos uma van para o nosso destino final. Ao chegar, entendi então… estávamos embarcando num cruzeiro. Naquele momento, tudo fez sentido. Por anos ela insistiu em fazermos um cruzeiro, e eu não aceitava por ter medo do mar. Mas dessa vez, não seria um simples cruzeiro, porque ela levou um alfa. Não a toa, eu estava trancado. Eu fiquei pálido, e comecei a transpirar por conta do medo. Ela riu e tirou sarro da minha cara, dizendo que eu não teria nem tempo de sentir medo de tanta humilhação que ela me faria passar ao lado do “namorado”. Aos risos, eles disseram que já planejavam esse cruzeiro há alguns meses. Faltava apenas cruzar as datas. Ela vestia um short jeans (justo e curtinho), blusa soltinha e sem sutiã. Ele com roupas bem confortáveis também, andavam de mãos dadas. Eu os seguia, puxando as malas. Obviamente, ela não ordenou que eu fizesse isso. Eu fiz porque é o papel do corno deixar a Hot e o seus machos sempre livres e à vontade. As pessoas olhavam e certamente desconfiavam do que se passava ali. No terminal de embarque, ela sentou no colo dele, e mandou comprar água. Quando voltei, me puxou e deu um selinho em mim. Eu fiquei vermelho de tanta vergonha, enquanto ambos riam muito. Quem viu, teve a certeza do que estava acontecendo. Devidamente embarcados, fomos conhecer a cabine. Ampla, com uma cana de casal e um sofá cama. Ela chama o camareiro e pede a ele que prepare a cama de solteiro no sofá cama, pois seria ali que eu dormiria. E antes que me perguntem, eu mesmo digo: sim, ela teve a coragem de me apresentar como marido, e o macho como namorado. O camareiro ficou sem nada entender, mas arrumou minha cama. Quando ele saiu, ela olhou pra mim com a cara de Domme malvada que eu tanto amo, e disse: “Corno, a humilhação está só começando”. Passamos a tarde andando pelo navio. Estava com medo, mas encantado com a beleza da embarcação. Fomos até o quarto para nos arrumar. Ele entrou no banho e ela foi junto. Mas, para minha tristeza, fechou a porta do banheiro. Eu escutei ela engasgando, e minutos depois ele gemendo. Estava gozando. Ela abriu a porta do banheiro e com a porra escorrendo pela boca e pelo queixo, perguntou se eu havia escutado ele gozar, e mandou eu olhar ela engolir cada gota da porra dele. Essa é uma maneira que ela usa para me humilhar, porque ela sabe que sou louco pra gozar na boca dela, mas ela não deixa. Sou proibido! Nos arrumamos e fomos jantar. A mesa era grande, e duas mulheres sentaram-se conosco.

Ambas viúvas a procura de aventuras (foi assim que elas mesmas disseram). Durante a conversa, elas perguntaram se estávamos em cabines diferentes. A Bia imediatamente disse que não. Eu novamente gelei, e meio que sem acreditar, escutei ela dizer: estamos na mesma cabine. Vou dormir na cama com meu namorado, e meu marido vai dormir no sofá ao lado. Incrédulo, eu sequer levantei o olhar. Segui jantando de cabeça baixa. O silêncio tomou conta da mesa por alguns segundos. Mudaram de assunto, mas eu preferi manter o silêncio. Naquele momento eu vivia a maior humilhação da vida de um corno. Estávamos num ambiente totalmente preto e branco, mas vivendo como se todos tivessem um relacionamento liberal. Durante todos os dias, vivi inúmeras situações humilhantes, mas não há como contar tudo em apenas uma só postagem. Após o jantar, fomos para o quarto, deitamos e dormimos. No dia seguinte…

Na manhã seguinte, durante o café da manhã, eu tentei conversar com ela sobre a humilhação do jantar, mas ela riu e disse que eu deveria me acostumar, pois ela faria pior se eu reclamasse. Disse ainda que me proibiria de usar bermuda nas piscinas do navio. Isso seria humilhação desmedida, visto que a sunga deixa marcada a gaiola e todos perceberiam. Me desculpei por contestá-la e me calei. Fomos ao quarto, nos arrumamos e fomos para a piscina aproveitar o lindo dia de sol e navegação. Deck lotado, muita gente se bronzeando, se divertindo… e a Bia deitada ao lado do namorado. Um passou bronzeador no outro. Ela mandou que eu colocasse a cadeira ao lado deles, para que eu estivesse a disposição para pegar bebidas quando eles quisessem. Assim o fiz. Num certo momento, ela sentou ao lado dele na cadeira, e trocaram longos beijos. Ela discretamente passou a mão sobre a rola dele, e falou algo em seu ouvido. Olharam pra mim, riram e disseram: junta tudo (toalhas, bolsa, chinelos, óculos, bonés e etc) e vem assistir a gente fuder, corno!

Imediatamente eu atendi ao seu comando, e segui atrás deles. Já no quarto, ela vestiu uma lingerie azul, linda… presente meu, de meses atrás. Chupou muito aquela rola que mais parecia um cacetete e depois sentou com a vontade de uma legítima Hot. Após cavalgar, ele a vira e fode na posição de papai e mamãe. Ela goza gemendo deliciosamente, com aquela rola grande e dura, do jeito que ela gosta, inteira cravada na sua bucetinha. ‎

Sem aviso, ele a coloca de quatro e enfia a rola inteira no cuzinho. Não, ela não reclamou. Ela não mandou ele parar. Por que? Simples… o Alfa faz da Hot uma verdadeira putinha, e ela aceita tudo que ele quiser. Fudia o cuzinho com força, com vontade, sem parar… ela gemia e se molhava de tesão a cada estocada. Para me mostrar o quanto gostava de fuder com ele, ela enfiava os dedos na buceta e me mostrava o quão molhada estava. O melado escorria pelos dedos. As vezes ela enfiava os dedos na minha boca, e dizia que eu deveria aproveitar, pois era o mais perto que eu chegaria dele naquela viagem. Esse lance dela enfiar os dedos melados na minha boca, tem um toque de humilhação que muitos aqui não sabem. Eu sou fascinado em chupar o mel da bucetinha dela, mas há anos ela não fica molhada comigo. Então, mandar eu lamber o mel dela, que é pelo tesão de outro macho, é uma forma de me humilhar. De qualquer forma, eu não desperdiço uma gota.

De ladinho, ele segue fudendo o cuzinho. Por vezes, ele abre a bundinha dela e manda que eu venha ao lado para ver de pertinho. Cena linda … ela gemendo e rebolando na rola dele. Depois de muito fuderem, quando eu penso que estão no fim, ele deita e a coloca sobre ele, deixando-a de pernas totalmente abertas, privilegiando a minha visão da rola entrando e saindo dela. Uma mistura de dó (eu sempre acho que o anal machuca rsrs), ciúmes (sim, sou um corninho que sente ciúmes, justamente por ter o sonho de ser o alfa dela, algo que nunca fui), e tesão em ver como minha esposinha se tornou puta dos seus machos. Quanto orgulho! Ela arranca dele, urros de prazer, enquanto goza rebolando na rola dele. Cena linda, que só um corno legítimo consegue apreciar.

Você não pode perder os próximos episódios dessa aventura em alto-mar.

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