TODA PREENCHIDA - DPV + ROLA NA BOQUINHA E O CORNO SÓ OBSERVANDO
Primeira DPV vista pelo corno, ao vivo, e ele parecia não acreditar no que via.
Postado há 1 hora
No navio há vários restaurantes, lojas e bares dançantes. E lá estávamos nós três, num desses bares. Ela dançava se insinuando pra ele. Corpos colados, beijos, carinho, ousadia. Eles chamavam a atenção na pista. O clima era quente. A conexão é a química era nítida. E ali, sentado, fazendo a única coisa que podia e me permitiam. Olhar. Apenas olhar. A essa altura, alguns já não desconfiavam mais. Eles tinham certeza que éramos um trisal. Porém, o que eles não sabiam, é que eu era casto e só o Alfa podia fuder a Bia. Cochichos nos ouvidos, olhares para mim. Vieram em minha direção e disseram: “corno, ele quer me fuder agora”. Venha ver tua esposinha sendo arrombada novamente! A rola doía dentro da gaiola, o tesão era grande, tão grande quanto o medo de saber que alguém ao lado pudesse ter escutado. Fomos para o quarto. Lá chegamos, ela tira toda a roupa e ele a manda ficar de quatro e mostra pra nós, o quão gostosa é, e fez questão de lembrar que isso tudo, tamanha beleza a gostosura é para o prazer dele, do mancho. Ela abre aquela bunda linda, deixando escancarados o cuzinho e a bucetinha. Atende a todos os comandos do alfa. Bem diferente de quando eu tinha a permissão e fudê-la, quando era só do jeito dela.
Ele senta no sofá, ao lado dela. Após fazer carinho por todo corpo dela e enfiar os dedos na bucetinha, ele senta-se ao seu lado e a manda chupar. Ela não espera ele pedir duas vezes. Com a bunda empinada para o lado de fora, cai de boca com gosto. Ela chega a gemer chupando a rola dele. Lábios macios, boca molhada e quente. O alfa se deleita na minha deliciosa esposinha. A todo momento ela olha pra mim e faz questão de falar da diferença entre uma rola de verdade e a minha. E reforça que é por isso que vivo trancado. Minha rola não é capaz de dar prazer a nenhuma mulher. Sentada no colo dele, ela sobe e desce o corpo, com volúpia e sensualidade. Ao som dos gemidos, batem a porta. Era o camareiro. Ele já entendera tudo e sabia que ela estava fudendo com o namorado. Pergunta se precisávamos de algo, e antes que eu respondesse, a Bia aparece nua a sua frente, dizendo que não precisávamos de nada. Eu morri de vergonha, e ele de tesão. Os olhos dele devoraram ela e por muito pouco não pulou para dentro da cabine. Por um instante eu achei que ela fosse puxar minha toalha e mostrar a gaiola, mas ela me poupou dessa humilhante situação.
Ela volta pro sofá e continua sentando nele. Lembro-me de quando ela transava comigo, de reclamar que cansava e não ficava muito tempo sentando em mim. Hoje, tenho ciência que não era cansaço. Era falta de rola para dar a ela o prazer que ela tento merece. Ele a manda ficar de quatro e ela atende imediatamente. Empinada, gemendo e rebolando, ela goza gostoso na rola do macho safado que sabe muito bem dar prazer a uma casada mal fodida por anos. Da parte dela, não há pudor ou timidez. Só entrega, prazer e humilhação pra mim. Ele enfia cada centímetro da enorme rola, e arranca dela gemidos de prazer. Rola pingando, sigo na castidade sem poder bater punheta. Vale lembrar que meus banhos são supervisionados, para garantir que eu não me masturbe.
Você não pode perder os próximos episódios dessa aventura em alto-mar.
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