TODA PREENCHIDA - DPV + ROLA NA BOQUINHA E O CORNO SÓ OBSERVANDO
Primeira DPV vista pelo corno, ao vivo, e ele parecia não acreditar no que via.
Postado há 1 ano
Ela esbarrou com ele dias atrás, num elevador de um prédio comercial. Ela toda arrumada, voltando de uma consulta médica, ele com um uniforme de manutenção e aquele olhar de quem enxerga além da roupa. Ela o sentiu olhando, não daquele jeito vulgar, mas como se soubesse exatamente o que ela escondia debaixo da saia.
O elevador travou por segundos, o suficiente pra tensão crescer. Ele sorriu e disparou: “você usa perfume onde ninguém cheira... ou é natural mesmo?”
Ela riu, meio sem graça. Mas confessou que sentiu o arrepio.
No fim, ele só disse: “se um dia quiser que alguém te faça gozar de verdade… me chama.” E deu a ela o número anotado num papel amassado.
Ela guardou e nada respondeu e desconfia que ele reconheceu a Bandida.
Dois dias depois, enviou a ele um endereço e um horário, e completou: “Hoje, 20h. Venha pronto.”
Ela chegou no motel mais cedo. Lingerie vermelha. Salto. Rímel bem passado. E a cabeça girando de expectativa. Eu estava louco por escutar toda essa história.
Quando ele entrou no quarto, não disse oi. Trancou a porta, a olhou de cima a baixo e murmurou: “você demorou pra me chamar.”
Ele deitando-se na cama, nu, com aquele ar de predador em descanso. Ela se aproximou de joelhos, sem dizer uma palavra — só abriu a boca e começou a chupá-lo com uma fome silenciosa. A cabeça dela subia e descia devagar, quase em adoração. Ele segurava o cabelo dela firme, guiando cada movimento como quem rege uma orquestra de luxúria.
Mas logo a situação virou: ele puxou a Bia pela cintura e a fez sentar no rosto dele. Lingerie vermelha rasgada, cu empinado, buceta latejando.
E ele… chupou. Com vontade. Com técnica. Com raiva.
A língua dele parecia saber exatamente onde tocar. Ela gemeu. Rebolou. Implorou. E então gozou, tremendo toda, derramando prazer na boca daquele BBC como se ele fosse o único homem do mundo.
E talvez fosse mesmo.
Ela deitada, pernas abertas, olhar fixo no homem que já tinha transformado sua mente em caos. Ele por cima, encaixado com perfeição, metendo no ritmo exato — fundo, constante, delicioso. A posição é papai e mamãe, mas cada estocada tem peso de domínio. Ele segura os tornozelos dela e coloca os pés sobre os ombros, empurrando ainda mais fundo, até ela se contorcer.
A lingerie vermelha agora só cobre parte da cintura, o resto já foi. A cama range. A respiração dela falha. E então, o primeiro gozo vem — forte, molhado, sincero. Mas ele não para. Continua cavando prazer como quem quer deixar marca. E consegue.
Ela goza de novo. Os olhos dela se reviram, os dedos arranham as costas dele, a voz falha. Três orgasmos em sequência. Um corpo em transe.
Ali, Bia não era minha esposa. Era uma mulher sendo levada ao limite... e implorando pra não parar.
Ela de lado, pernas abertas, oferecendo ao BBC e a mim — o corno da equação — uma visão sem censura. Ele mete nela com força, mas mantém o ângulo que permite que eu veja tudo: a rola dele entrando e saindo da minha mulher como se fosse dele desde sempre. A expressão dela é de puro prazer: olhos fechados, boca aberta, gemidos soltos. Ela não finge. Ela sente. E eu assisto. Sinto o coração apertar e o pau pulsar. Cada estocada é uma punhalada no meu ego e uma punheta pro meu desejo. Ele olha pra câmera e sorri com desprezo. Ela percebe e arreganha ainda mais as pernas. Grita. Goza. E eu, impotente, entendo que esse ângulo não é só sobre visão... é sobre humilhação. E é só o começo. CONTINUA...
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